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sexta-feira, 16 de março de 2007

De que tem medo o PS?

Maioria socialista rejeita proposta para a criação do provedor do munícipe apresentada pelo grupo municipal do Bloco de Esquerda na ultima Assembleia Municipal.

De que tem medo o PS?


PROPOSTA

Considerando que:

A ligação entre eleitos e eleitores nem sempre tem correspondido às necessidades e satisfação dos problemas que afectam os munícipes;

Só uma resposta rápida e eficiente na resolução dos problemas, que os vimaranenses colocam aos serviços camarários e aos seus representantes autárquicos, dará mais credibilidade ao poder político possibilitando que os eleitores confiem mais nos eleitos como seus legítimos representantes;

A fiscalização é essencial na luta pela transparência e pela isenção, bem como para a elevação dos padrões de qualidade dos serviços públicos camarários;

O BLOCO DE ESQUERDA, de acordo com o art.2 alínea j) do regimento da Assembleia Municipal, propõe que seja instituído o cargo de Provedor do Munícipe.

O Provedor, que deverá ser eleito por 2/3 dos membros da Assembleia Municipal, e cujas funções e poderes serão definidos por esta, deverá reunir sempre que necessário com o Presidente da Câmara e terá o poder de se dirigir directamente aos diversos serviços e empresas Municipais.

Propõe-se ainda que o Presidente da Mesa nomeie uma comissão, composta por representantes de todos os grupos municipais, para elaborar o regulamento de poderes e funções do Provedor do Munícipe.


quinta-feira, 1 de março de 2007

Zeca Afonso


Zeca Afonso morreu há vinte anos, mas continua entre nós através da sua musica e da sua maneira de ser.

Zeca Afonso era um grande e tal como Ghandi, Luther King, Che Guevara ou Jesus Cristo, tinha um sonho que perseguia essencialmente cantando, fazendo passar a mensagem através da sua voz serena e incisiva.

Zeca Afonso era um homem humilde. Nunca se aproveitou da sua musica para enriquecer. Nos anos pós-25 de Abril era vê-lo por esse país fora em vilas e aldeias em contacto com o povo a quem dedicava as suas canções.

Foi lamentável assistir a certas “homenagens” nos vinte anos da sua morte. Na televisão pública transmitiram o último grande concerto de Zeca Afonso às duas da madrugada, nos vários espectáculos que se realizaram de norte a sul, houve quem cobrasse vinte euros, o que contraria totalmente o espírito do “homenageado”. Isto é triste porque o Zeca é do povo e ninguém tem o direito de se servir dele para fins lucrativos.